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PLENÁRIA NACIONAL DE MULHERES
Painel destaca os desafios atuais do sindicalismo no país
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30 de Outubro de 2012


Verônica Tozzi
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plenária nacional de mulheres

Sindicalismo foi o tema do painel realizado na tarde do segundo dia da 5ª Plenária Nacional das Trabalhadoras Rurais, que acontece de 29 a 31 de outubro, em Luziânia (GO). Esta mesa contou com a participação das secretárias de Mulheres e de Meio Ambiente da CONTAG, Carmen Foro e Rosicléia Santos Azevedo, respectivamente, e das secretárias nacionais da Mulher Trabalhadora da CTB e CUT, Raimunda Gomes e Rosane Silva. Todas destacaram os desafios atuais do atual modelo sindical praticado no país.

Raimunda fez uma contextualização da participação feminina na política. Segundo a dirigente, nesta última eleição, 51,9% de todos os eleitores(as) eram mulheres. “Os partidos devem investir no mínimo 5% dos seus recursos em candidaturas femininas. Isso favoreceu para aumentarmos a quantidade de mulheres candidatas e eleitas”, explica.

Em seguida, Rosane afirmou que o pouco ou nenhum investimento em políticas públicas diminui ainda mais a permanência das mulheres no mercado de trabalho e na falta de compartilhamento das atividades domésticas. “Um dado importante é que poucos têm acesso à terra e as mulheres ainda menos. As mulheres saem do campo mais que os homens.” A dirigente também falou da experiência da CUT em ter aprovado no seu último Congresso a paridade nas diretorias.

Já Carmen fez uma exposição sobre a luta e as principais conquistas das mulheres no movimento sindical, como a aprovação da cota, ações de enfrentamento à violência, dentre outras. “Os principais desafios colocados para nós são a capacidade de construir alianças e parcerias; a formação política específica para as mulheres; a consolidação da participação política das mulheres nos municípios; da superação da divisão sexual do trabalho; acesso aos recursos financeiros e infraestrutura para desenvolver os trabalhos. Também precisamos avançar na democracia interna no movimento sindical e aprovar a paridade.” FONTE: Imprensa CONTAG - Verônica Tozzi



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