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JUVENTUDE E REFORMA AGRÁRIA
Políticas do MDA são apresentadas no Seminário Internacional da Juventude Rural
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29 de Outubro de 2013

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juventude e reforma agrária

De hoje (29) até quinta-feira (31), jovens rurais do Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Argentina, Nicarágua, México e Peru estarão reunidos em Brasília, no Seminário Internacional da Juventude Rural pela Reforma Agrária e Crédito Fundiário, realizado pela CONTAG em parceria com a Secretaria de Reordenamento Agrário do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SRA/MDA). Como parte da programação foi realizada na tarde de hoje (29), a conferência sobre a conjuntura agrária internacional e a sucessão juvenil, na qual o secretário da SRA, Adhemar Almeida, apresentou um panorama da conjuntura da agricultura familiar brasileira e as políticas do MDA para a juventude rural.

Em sua fala, Almeida trouxe elementos que vêm sendo utilizados pelo MDA para o enfrentando da realidade, com um modelo de desenvolvimento focado na superação da pobreza e das desigualdades no rural brasileiro. "Temos no governo federal e, em especial no MDA, um conjunto de políticas públicas e ações voltadas para os jovens rurais, entre elas o Pronacampo, Pronaf Jovem e a linha de crédito do PNCF, o Nossa Primeira Terra, que, com juros reduzidos e condições específicas, permite ao jovem acessar a terra, contribuindo para a sucessão e o desenvolvimento desses jovens no campo. Acreditamos que só estimulando o protagonismo da juventude rural vamos conseguir que eles permaneçam de maneira sustentável no campo", disse Almeida.

Sucessão e desenvolvimento na pauta de debate De acordo com Luiz Caputo, especialista da temática na América Latina, há um importante crescimento na população jovem rural latino-americana, o que é considerado um "bônus" demográfico, pois significa oportunidade de sucessão e de crescimento da agricultura familiar, mas salientou que é preciso pensar novos modelos de desenvolvimento que dêem conta de atender as expectativas e demandas dos jovens rurais latinos. "Devemos combater o discurso de que o jovem rural não quer e não deve permanecer na terra. Se não houver políticas de apoio e desenvolvimento para eles, o ‘bônus’ demográfico deixa de ser oportunidade para tornar-se um grande problema”, alertou Caputo.

O secretário de Política Agrária da CONTAG, Zenildo Pereira Xavier, reafirmou a importância da Reforma Agrária para que a juventude rural possa permanecer no campo com dignidade. Trouxe para o debate a questão da Governança Fundiária e sucessão rural que, segundo ele, vai além da questão da hereditariedade."A governança e a sucessão não tratam só da propriedade, passam por um conjunto de instrumentos que visam o desenvolvimento e a satisfação dos jovens que estão no campo", comentou Zenildo.

A jovem argentina Evangelina Codoni ficou bem impressionada com a organização da juventude trabalhada pela CONTAG. "Percebemos a grande preocupação que eles têm com a formação desses jovens. Essa é uma experiência que nos interessa muito. Nos interessa conhecer também as políticas que vem sendo desenvolvidas em outros países da América Latina e quais delas podemos promover em nosso país", completou a jovem argentina.

Para o vice-presidente e secretário de Relações Internacionais da CONTAG, Willian Clementino, há uma grande incoerência na construção da agricultura familiar no Brasil. "Produzimos hoje 70% dos alimentos que vão diariamente para a mesa dos brasileiros, mas ocupamos somente 27% da área rural, enquanto o agronegócio ocupa 56% deste espaço. Entendemos, na CONTAG, que só a força da juventude, com políticas públicas adequadas, pode mudar essa realidade".

"Nós da FAO entendemos que das mãos da juventude rural sairão os alimentos que vamos consumir num futuro próximo. Por isso, é importante empoderar a juventude, dando a ela políticas adequadas”, comentou Alan Bojanic, diretor da FAO no Brasil. Ele ainda parabenizou a CONTAG pelo empenho e pelo conjunto de ações direcionadas para esse público. FONTE: Assessoria de Comunicação da SRA/MDA - Soraya Brandão



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