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MEIO AMBIENTE
Cem milhões podem morrer até 2030 pela mudança climática
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08 de Outubro de 2012


Ralph Timmermann
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À medida que as temperaturas médias globais sobem devido às emissões de gases de efeito estufa, as consequências sobre o planeta, tais como derretimento de calotas de gelo, condições meteorológicas extremas, secas e elevação dos mares, vão ameaçar populações e meios de subsistência, disse o relatório conduzido pela organização humanitária Dara.

O órgão calculou que 5 milhões de mortes ocorrem a cada ano devido à poluição do ar, fome e doenças como resultado das mudanças climáticas e das economias com uso intenso de carbono, e esse número provavelmente vai subir para 6 milhões por ano até 2030 se os atuais padrões de uso de combustíveis fósseis continuar.

Países desenvolvidos concentram óbitos Mais de 90% dessas mortes ocorrerão nos países em desenvolvimento, apontou o relatório, que calculou o impacto humano e econômico da mudança climática em 184 países em 2010 e 2030. O documento foi encomendado pelo Fórum Clima Vulnerável, uma parceria de 20 países em desenvolvimento ameaçados pela mudança climática. "Uma crise combinada carbono-climática deve custar 100 milhões de vidas entre agora e o final da próxima década", disse o relatório.

O documento afirmou ainda que os efeitos da mudança climática tinham reduzido a produção global em 1,6% do PIB mundial, ou US$ 1,2 trilhão por ano. As perdas poderiam dobrar para 3,2% do PIB mundial até 2030 se for permitido que as temperaturas globais subam, ultrapassando 10% antes de 2100.

O custo de mudar o mundo para uma economia de baixo uso de carbono é estimado em cerca de 0,5% do PIB nesta década. Cerca de 5 milhões de mortes ocorrem a cada ano devido à poluição do ar, fome e doenças resultantes da mudança do clima.

Contando o custo Em resposta ao relatório, a Oxfam Internacional disse que os custos de uma falta de ação política sobre o clima são "surpreendentes". "As perdas para a agricultura e a pesca sozinhas podem chegar a mais de US$ 500 bilhões por ano até 2030, fortemente concentradas nos países mais pobres, onde milhões dependem desses setores para ganhar a vida", disse o diretor-executivo Jeremy Hobbs.

As temperaturas já subiram cerca de 0,8º C acima dos níveis pré-industriais. Quase 200 nações concordaram em 2010 em limitar o aumento da temperatura média global a menos de 2º C para evitar os impactos perigosos das mudanças climáticas.

Mas cientistas do clima alertam que a chance de limitar o aumento para menos de 2 graus está ficando menor à medida que as emissões globais de gases de efeito estufa aumentam devido à queima de combustíveis fósseis.

As nações mais pobres são as mais vulneráveis, pois enfrentam maior risco de seca, escassez de água, quebra de safra, pobreza e doenças. Em média, elas podem ver uma perda de 11 por cento do PIB até 2030 devido às alterações climáticas, afirmou a Dara.

"Um grau Celsius de aumento da temperatura está associado com perda de 10% da produtividade na agricultura. Para nós, isso significa perder cerca de 4 milhões de toneladas de grãos de alimentos, representando em torno de US$ 2,5 bilhões. Isso é cerca de 2% do nosso PIB", disse o primeiro-ministro de Bangladesh, xeique Hasina, em resposta ao relatório. O estudo da uma ideia de como andam as ações voltadas para convivência com as mudanças climáticas. As ultimas três COPs (Capenhague, Cancun, Durban) e mais o fracasso da Rio+20 induz a concluir que a temática ambiental ainda não transformou em um problema social.

Opinião da CONTAG

Estas constatações são motivos de pauta para o Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) a fim de refletir qual a contribuição da agricultura familiar e seu papel na concretização de uma modelo de desenvolvimento que estabeleça outra relação com a conservação e proteção dos recursos naturais. FONTE: Agência Reuters



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