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SAÚDE: PRESERVAÇÃO DA VIDA
Encontro do Projeto de Formação de Lideranças para Gestão Participativa da Política da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas
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01 de Setembro de 2015


César Ramos
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saúde: preservação da vida

Segue durante toda esta semana em Santarém no Pará o Encontro do Projeto de Formação de Lideranças para Gestão Participativa da Política da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. O Encontro que reúne no meio da bacia Amazônica mais de 50 participantes, visa apresentar um diagnóstico de Saúde levantado nos estados do Pará, Roraima, Amazonas e Tocantins, para representantes do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR), profissionais da saúde que atuam nos Centros de Referência e Assistência do Trabalho, na Atenção Básica e Vigilância de Saúde, além de pessoas do poder público das Secretarias Estaduais de Saúde dos 4 estados.

“Vamos mostrar de forma muito clara e objetiva estudos que comprovam como o agronegócio vem atuando de forma prejudicial à saúde na região amazônica. Mostrar como os trabalhadores e trabalhadoras rurais estão expostos (as) as contaminações via inalação ou de outras forma em relação aos venenos aplicados nas monoculturas das grandes empresas latifundiárias. Como os agricultores (as) familiares estão expostos aos mais variados acidentes de trabalho quando prestam serviços nessas. A partir do diagnóstico feito, vamos traçar um Plano de atuação para minimizar os impactos do agronegócio na vida dessas famílias”, destaca o secretário de Políticas Sociais da CONTAG, José Wilson, que contribui em com os debates em Santarém-PA. O Encontro do Projeto de Formação de Lideranças para Gestão Participativa da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas ainda traz como meta o fortalecimento da Agroecologia para ser abraçada e implementada nos municípios da região amazônica como uma forma saudável de produção de alimentos e consequentemente de preservação da vida. O principal foco do grupo é exatamente a implementação da Política nos pequenos municípios brasileiros, isso porque de acordo com levantamento feito pelo Ministério da Saúde, cerca de 80% deles estão desprotegidos de infraestrutura física e profissional de saúde. Prova de tal afirmativa é o fato de o Programa + Médicos ter surgido pela necessidade de garantir atenção básica em todos os municíos brasileiros, inclusive em mais de 700 cidades que não tinham a presença desses profissionais. “Os gestores públicos sempre priorizaram investimento em estrutura de saúde nos grande Centros urbanos, deixando descobertos os pequenos municípios brasileiros. Daí a necessidade do diagnóstico na perspectiva de implementar uma política de Saúde que atue de forma mais efetiva e estratégica para os povos do Campo, da Floresta e das Águas. Uma implementação onde buscamos construir uma estrtégia de ação articulada com os Governos Municipais, Estaduais e Federal, tendo como referência os dois públicos essenciais para fortleciemnto do SUS, que são os (as) profissionais de saúde a partir da sua valorização e usuários do SUS trabalhadores e trabalhadoras rurais”, pontuou. Vale destacar que o munícipio de Santarém foi escolhido por ser na região Amazônica um dos mais castigados e perseguidos pelo agronegócio, que atua na região com a produção de monocultura de eucalipto, dendê, soja, milho , arroz na exploração de minério, sobretudo da bauxita. Danos causados pela Bauxita A extração de bauxita com o emprego do método Bayer de produção da alumina, processo no qual a bauxita é submetida a temperaturas elevadas e uma solução altamente cáustica, resulta na lama vermelha, que é um resíduo altamente poluente gerado pela produção de alumínio. Em curto prazo, os danos causados ao meio ambiente são enormes por conta da concentração de hidróxido de sódio. Se diluído em água, possui um efeito corrosivo que destrói a vegetação. Os efeitos negativos podem ser maiores, já que pode comprometer o abastecimento de água potável para a população, uma vez que metais pesados podem contaminar o solo, águas superficiais e lençol freático. A ingestão dessa água contaminada com ferro e demais metais pesados pode acarretar em uma série de doenças e danos neurológicos, cardiovasculares, metabólicos e genéticos tanto para seres humanos quanto para animais. Geralmente, a contaminação acontece após comer alimentos que foram expostos à lama vermelha. FONTE: Assessoria de Comunicação CONTAG- Barack Fernandes



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